quinta-feira, setembro 30, 2010

Exercer Criatividade


Na Teoria da Gazela, ser CRIATIVA é uma das características que mantém a mulher como 'gazela' em seus relacionamentos com os 'caçadores', apimentando a relação a dois.

Mas esta é, na verdade, a característica que mantém saudáveis todas relações da gazela: com seus amigos, colegas de trabaho, com o companheiro e a família.

A criatividade, bem usada, traz ALEGRIA, CONTENTAMENTO porque promove mudanças para você e tudo que está a sua volta.

Fazer um prato diferente, preparar um banho relaxante para o marido, usar a imaginação para criar um novo trabalho manual ou se dedicar ao hobby são algumas opções de exercício da criatividade.

A criatividade é inerente em todos nós, mas às vezes fica adormecida. Eu sempre busco exercer minha criatividade e muitas vezes me surpreendo com o resultado. Como prometi hoje vou apresentar meus trabalhos de patchwork e forração de caixas com tecido, que têm me estimulado a criatividade, na combinação de cores, no capricho para preparar algo novo e bonito. Como disse, exercer a criatividade é uma delícia.


Tenho feito caixas com sachês, que podem ser pendurados nos cabides, com seu perfume preferido ou ficar no lavabo de casa. A caixa pode ser usada para guardar algodão, deixando o coração sobre a bancada da pia. Olha que legal.

Tem também as bolsas, em diferentes modelos. Já estou fazendo algumas por encomenda, pois ao dar de presente as pessoas estão gostando e me pedindo. Veja que gracinhas.


E tem mais, com cores diferentes e fuxicos


Estou adorando patchwork e agora estou elaborando panôs. Mas o charme da bolsa que apelidei de Amsterdam recebeu parabéns das minhas colegas do Ateliê do Pano, onde faço as aulas. Olha só.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Coincidência ou sorte?

Ando sumida, né? mas descobri um novo hobby e tenho me dedicado a ele. Em meu próximo post vou mostrar novidades referentes a minha nova 'mania'. Espere só. Mas gostaria de deixar aqui um texto muito bacana, que me chamou atenção durante um vôo para o Rio. Arranquei a página da revista de bordo, sabendo que eles não iriam se importar, pois estava no fim do mês, quando trocam a revista. O texto é da Márcia de Luca e tem a haver com tudo que estou vivendo este ano... uma delícia!

CONCIDÊNCIA OU SORTE?
no silêncio encontramos o poder capaz de mudar o mundo - aqui dentro e lá fora

Algumas pessoas têm sorte. Outras acreditam em concidências. Mas será que elas existem? De acordo com a sabedoria oriental, vivemos simultaneamente em duas realidades. Uma é a física, na qual está o nosso corpo, que ocupa tempo e espaço e está sujeito à leis da degradação. A outra é a virtual, onde está inserida a alma, nossa verdadeira essência. Essa realidade é onipresente, onisciente, onipotente. Nele reside nosso potencial de produtividade, criatividade, inteligência, concentração, saúde perfeita e amor incondicional.

Ao aprender a meditar, a aquietar o turbilhão dos pensamentos, temos acesso a esse campo que é pura energia e informação. Ali desfrutamos do imenso poder a que temos direito, o mesmo que rege as leis do universo. Quando nos conectamos ao universo, ele conspira ao nosso favor. Conforme vamos aquietando os pensamentos, entramos em sintonia com a energia mais poderosa que existe, e nossa intenção começa a gerar os eventos sincrônicos - que de coincidência não tem nada. Nós é que provocamos a sincronicidade e, assim, podemos mudar o nosso destino.

Quanto mais treinamos o aquietamento da nossa mente, mais tempo conseguimos permanecer em contato com o campo das possibilidades infinitas. E, então, mais e mais "coincidências" passam a ocorrer em nossa vida. O fluxo natural e espontâneo da abundância começa a permear todos os acontecimentos do nosso dia a dia. Vamos nos conscientizar de que temos o direito de viver usufruindo da mesma abundância que a natureza, em todos os sentidos: de inteligência, de amor, de riqueza.

Muita gente considera que esse fluxo natural de abundância seja sorte. Mas essa mesma sorte é gerada por cada um de nós, por meio de nossa escolha de mudar de vida e assumir que merecemos o melhor. No momento em que houver uma massa de pesssoas acessando o campo de pura potencialidae, o inconsciente coletivo ficará permeado de muita abundância de paz, harmonia, alegria e amor. Dessa maneira ficará muito mais fácil viver. Enfim, a vida se tornará "lila" - que em sânscrito quer dizer brincadeira.

terça-feira, agosto 24, 2010

Cinema - A Origem


Finalmente fui assistir o tão falado filme A Origem (título original Inception) e gostei muito. O filme é longo, mas você não percebe, porque fica preso à trama, cujo roteiro está muito bem amarrado e deu um ritmo à narrativa bastante interessante. Acho só engraçado ver blogs e sites tentando refletir sobre o filme, meio na onde do cult Matrix, tentando elaborar histórias paralelas, saber se o personagem mais velho é Cobb ou Saito... Nossa, pra mim, não é essa a proposta do filme.

A Origem não tem, na minha opinião, nada a ser descoberto nas entrelinhas. Está lá claro: sonho que está sendo sonhado em um sonho. A diferença de horas - cada vez que se desce a um novo nível - também á fácil de se entender. Ninguém comenta, mas as horas que passamos sonhando se diferem das da realidade. O mundo dos sonhos é atemporal. E é só.

Mas já que é pra comentar alguma coisa pra entrar na onda, penso que ao pedir ao especialista (Leonardo de Caprio), que trabalha roubando informações do inconsciente de alguém, para plantar uma idéia no inconsciente de um milionário para fazê-lo mudar de idéia sobre uma herança, serve para vermos como nós, seres humanos, somos sugestionáveis. Apenas por falta de acesso às pessoas podemos justificar que não podemos influcenciá-las. Como se vê é fácil sim, plantar uma idéia. Há milhões de recursos, redes sociais, tecnologia por aí.

Mas persuadir requer talento. Gazelas sabem disso. Persuadir envolve habilidade de identificar como o outro funciona e isso leva tempo ou experiências anteriores; para conseguir usar palavras certas, informações exatas e direcionadas a um objetivo: envolver e estimular uma forma de raciocínio do outro, que o faça interagir comigo.

Ainda bem que o personagem Cobb mostra que não é fácil, mesmo através de sua máquina, pois o que nos torna seres humanos é também essa forma de envolvimento, através da persuasão. Usar esta habilidade é inerente de nossa natureza. Sonhos compartilhados viram realidade. Se fosse fácil com a máquina, ai de nós!

Acho que o filme tem um persuadir interessante - nos fazer comentar sobre ele - mas é fruto de uma mente que soube usar recursos para pensarmos no assunto. E eu aqui comentando, como todo mundo. Ponto pro filme!

sexta-feira, julho 30, 2010

Teoria da Gazela (no. 4) - Mudar, mudar, mudar...

Se você se assustou com a proposta, ainda não sabe o quanto é bom mudar. Mudar todos os dias. A gazela que está aberta à mudança experimenta uma nova perspectiva das coisas. Eu queria aproveitar a proposta de mudar, oferecendo a vocês duas 'dicas' de leitura que me ajudaram, em momentos distintos da vida, a mudar aspectos profissionais e pessoais de minha vida. É interessante contar também como estes livros chegaram até mim. Rodopiando entre as estantes das livrarias eles literalmente me 'fisgaram' e, ao folhear as páginas, percebi que eles caíam como uma luva para o momento de vida que estava passando. (mas o primeiro deles já havia sido emprestado uma vez por uma amiga, a Ju, só que eu não tinha ainda entendido bem a proposta). Bem, sem muito mais a falar, apresento minhas sugestões a vocês, gazelas:


Este é ótimo best-seller para as mulheres que trabalham em grandes empresas e enfrentam o ambiente competitivo (no bom sentido), que geralmente é dominado pelos homens.
Em diferentes aspectos, o livro, elaborado por uma coach que orienta carreiras de executivas, oferece um teste que verifica seus 'gaps' sob sete aspectos: como você jogo, age, pensa, faz seu marketing pessoal, fala, parece e reage. E o melhor, traz sugestões de mudança de comportamento para que você seja percebida de forma diferente, em seu ambiente de trabalho.


Este é ótimo. Se você utilizar o conceito da língua inglesa vai entender melhor a importância deste conceito na sua vida - ser assertivo. Se você é assertivo, expressa e defende sua opinião e seus sentimentos com clareza, segurança e firmeza, mas sem impor; reivindica seu direito de fazer ou se comportar de uma maneira específica e confiante. Ser assertivo é ter auto-estima e não pedir aprovação para ser você mesma. Vale a leitura e também tem um teste que verifica sua assertividade no dia-a-dia. E vale ressaltar, se você mudar seu comportamento e ser mais assertivo, vai assustar um pouco as pessoas que já o conhecem, mas como eu disse, mudar, mudar, mudar.... para estas pessoas, dê o livro de presente. Inté, gazelas!!!

segunda-feira, junho 28, 2010

Teoria da Gazela (no. 3) – Cuidando da Alma


É raro, eu sei, mas acontece. Se um caçador lhe pergunta como você cuida da espiritualidade, é um sinal de interesse em você, numa escala de 0 a 10, grau 10, pode acreditar. Caçadores têm interesse nas gazelas que se cuidam. E aí vai desde o corpo, alimentação, dentes (é verdade, eles também prestam atenção nisso), até a alma. Eles, como nós, também buscam companheiras que têm auto-estima em alta e que se cuidam, pois a relação fica mais prazerosa e gratificante. E você sabe, quem se cuida geralmente está em paz consigo e mais preparada para compartilhar. Alguns antropólogos diriam que a explicação é outra: a busca da melhor parceira para a reprodução, numa tentativa de seleção para uma boa cria. Não importa, a pergunta será por inúmeras razões e é lógico que pensando em compartilhar algo bom com você. Você cuida da sua espiritualidade? Eu, como boa gazela tenho cuidado da minha. Embora não siga nenhuma religião, tenho me conectado comigo mesma e com o universo através da prática de Yoga e da meditação. Tenho me sentido mais leve. Essa imagem do post tirei no Retiro de Inverno pelo Satyananda Yoga Centger, que fiz recentemente no Outeiro de Minas, em Itabirito, Minas Gerais. E recomendo a vocês. Gazela sempre cuida da alma também. Independente do tempo e do corre-corre da vida. Pare, respire, perceba-se e busque pensamentos positivos, para manter sua luz de gazela, feminina e mulher. Vai ser uma arraso! Me conte sua experiência. Espero ansiosa para saber como você cuida de sua alma. Bj.

quinta-feira, junho 10, 2010

Para as 'gazelinhas' de plantão



Esse post tem a contribuição de minha fofinha sobrinha Marina Moregula. Ela disse que meu blog anda meio 'chato' para as adolescentes, por isso, resolvi escrever um post para a geração das 'gazelinhas' - adolescentes de 12 a 15 anos.
Sabia que elas são diferentes das gazelas (as mais velhas) em uma questão bastante interessante? Elas estão aprendendo com as gazelas repórteres da mídia impressa o que os caçadores mirins pensam. Meu Deus, que sorte, aprender tão novinha esta arte!!!! E sabe como? Elas lêem a revista Capricho. Aquela, que existia em nossa adolescência também, mas que literalmente foi repaginada e redirecionada a um novo público, com novo conteúdo. (Já dei uma olhadinha nas da Marinoca e morri de rir - Robert Pattinson é um ‘must’!!).
As ‘dicas’ pra entender melhor o jogo de cena dos ‘caçadores-mirins’ é passada em algumas sessões da revista: ‘Conversa de Banheiro’ ou ‘Dúvida de Garota'. Mas conversando com a Marina, recebi uma definição perfeita dela sobre a revista. Aí vai.

Quatro razões para você comprar a Capricho:
1º.) Você vai babar nos caras lindos que aparecem na capa;
2º.) Vai morrer de rir, com a seção 'Diversão', que traz os maiores ‘micos’ da galera jovem;
3º.) Vai aprender a falar com os garotos, nas seções ‘Conversa de Banheiro’ ou ‘Dúvida de Garota’ [Essa é a boa, na minha opinião!!]
4º.) E ficará deprimida, porque não pode comprar todas as roupas que aparecem na revista.

quarta-feira, junho 09, 2010

Bazar - De olho nos direitos do Consumidor


Moda. Gazela está sempre ‘antenada’ com o que está na moda, mas precisa definir um estilo – o seu – para não sair por aí gastando mais do que pode. Afinal, o apelo ao consumismo é enorme, por isso compras inteligentes, peças curingas, são as que a gazela tem em mente, quando vai às compras, para não estourar o orçamento.
O básico sempre pode mudar com os acessórios: Um lenço, um colar diferente, ou agora, em tempos de frio, um cachecol colorido dão o toque àquela camisetinha de malha.
Foi com esta idéia que entrei na Maria Filó off, que fica na Rua Santa Clara, em Copacabana, o Rio de Janeiro. Na vitrine, exibiam um adesivo convidativo: Bazar. Isso significa preços baixos, chegando a 70% do praticada nas lojas da rede. Escolhi duas camisetas básicas de ótima malha: uma preta e uma cinza mesclada, que me custaram módicos R$34,00. Fiquei toda satisfeita com a pechincha, mas na hora de pagar, levei um susto. A vendedora, antes de embalar minha compra, literalmente ‘meteu a tesoura’ na etiqueta interna da primeira camiseta e a cortou ao meio. Fiquei assustada e logo em seguida, na segunda, perguntei porque ela estava danificando as etiquetas e a resposta seca veio em seguida: - é Bazar, a gente não troca.
Fiquei pasma. É assim que uma grife trata as peças de bazar? Me deu a impressão que eu estava comprando algo estragado, que não servia mais, nem para trocar. Pensei se deveria ter reclamado, pois a partir do momento que paguei pela peça, a vendedora, no mínimo, teria de me avisar o procedimento que ira fazer, pois o produto já era meu e não mais da Maria Filó.
Bem, não gostei do procedimento e disse a vendedora. E agora, a Maria Filó perdeu a credibilidade para mim, que também comprava fora da época de Bazar. Pra mim, foi falta de respeito e isso não se admite em um mercado com tantas opções, onde a qualidade no atendimento ao cliente é a alma do negócio. Ficou, para mim, uma lição: Bazar sem respeito, tô fora!!